domingo, 21 de fevereiro de 2010

O QUE ESPERAM OS ALUNOS DO C.E.MARIA PEREIRA DAS NEVES SOBRE AS ATIVIDADES DA OFICINA DA ESCRITA

"EU QUERO APRENDER  A PONTUAR CORRETAMENTE"
                                                     Carlos Henrique Rodrigues dos Santos

" EU QUERIA NA OFICINA APRENDER A TER MAIS CRIATIVIDADE, COMO RECICLAR OBJETO, FAZER CARTAZES SOBRE O DIA-A-DIA DO MORRO DO PREVENTÓRIO E OUTRAS COISAS MAIS INTERESSANTES. EU QUERIA TAMBÉM APRENDER A TOCAR INSTRUMENTO."

"EU QUERIA APRENDER A TOCAR  INSTRUMENTO E A PRONUNCIAR AS PALAVRAS CORRETAMENTE."

"EU QUERIA E GOSTARIA DE APRENDER A SUBSTITUIR AS GÍRIAS COMO: NÓS VAI, NÓS VAMO E ETC."

"EU PRETENDO TER AULA DE DESENHO PARA APRENDER A DESENHAR MELHOR."

"EU GOSTARIA DE APRENDER A DESENHAR E LER REVISTAS EM QUADRINHOS, GIBIS E A TOCAR INSTRUMENTOS E A ENTENDER AS COISAS BEM MAIS.

" EU PRETENDO TER UMA AULA SOBRE LETRAS DE MÚSICAS."

"PRETENDO APRENDER LITERATURA PORTUGUESA ."
"EU GOSTARIA DE APRENDER A PRONUNCIAR MAIS CORRETAMENTE AS PALAVRAS. ÀS VEZES TENHO DIFICULDADE EM DIFERENCIAR UMA DAS OUTRAS."

"EU GOSTARIA DE APRENDER NADA."

"EU QUERIA APRENDER A DESENHAR, A ESCREVER UMA CARTA."

"EU QUERIA APRENDER A PRONUNCIAR ALGUMAS PALAVRAS E TAMBÉM A ESCREVER MELHOR ALGUMAS PALAVRAS. EU ERRO MUITAS PALAVRAS, TROCO O "O" PELO "U" E "C" PELO"S" E ERRO ALGUMAS PRONUNCIAS QUE EU FAÇO E VERBO TROCO O "NÓS" PELO "AGENTE". SÓ ISSO QUE EU PRECISO PARA MEU PORTUGUÊS SER CORRETO."

"EU GOSTARIA DE APRENDER A DESENHAR, EU GOSTARIA DE APRENDER A ESCREVER NO QUADRO."

"EU GOSTARIA QUE FOSSE ALGO DEFERENTE, PARA QUE NÃO FICASSE AQUELA MESMA COISA CHATA DAS AULAS NORMAIS."

" SIGNIFICADO DE ALGUMAS PALAVRAS. FALAR UMA COISA  E SABER EXPLICAR."

"PODERIA SER LEGAL E TAMBÉM TER AULAS DE DESENHO."

"EU QUERIA QUE TIVESSE MAIS DESENHOS, FILMES...QUE FOSSEMOS A BIBLIOTECA E NÃO SÓ NA SALA DE AULA, ESCREVENDO, ESCREVENDO..."

"TRABALHAR COM LINGUAGEM DE E-MAIL, ESCREVER SEM ERROS, APRENDER MAIS SOBRE REFORMA ORTOGRÁFICA."

"PROPONHO MELHORA NA LEITURA E NA ESCRITA."
PROPONHO QUE NÓS FIZÉSSEMOS MÚSICAS, HISTÓRIAS EM QUADRINHOS, DESENHOS E NOS DIVERTÍSSEMOS."

"EU QUERIA APRENDER A ESCREVER MELHOR."
"GOSTARIA QUE AJUDA-SE A MELHORAR MEU APRENDIZADO AO LER E ESCREVER E ENTENDER O QUE LEIO E ESCREVO."

"PODERIA SER LEGAL!!!SER BEM DESCONTRAÍDO. ESTOU SEM IDÉIAS. AH!? PODIA TER AULAS DE DESENHO.
BJS ME LIGA."






                                                 

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Salgueiro retrata na passarela personagens marcantes da literatura


Clássicos da literatura mundial e brasileira, incluindo best-sellers atuais como os livros de Harry Potter, foram retratados no desfile da Salgueiro. O enredo "História Sem Fim" foi a aposta da escola campeã do carnaval de 2009 para conquistar o bicampeonato este ano.

A comissão de frente estava caracterizada de "Monges Copistas", que durante a Idade Média escreviam histórias em papiros. Dançarinos representando os monges vestiam mantos roxos e por baixo fantasias douradas que, em um momento-chave da coreografia, eram reveladas.

O invetor da prensa, Johannes Gutenberg, também foi homenageado em uma das alas com seu nome, com passistas com roupas da época. Em seguida, um carro alegórico representando sua oficina trazia acrobatas da Intrépida Trupe pendurados com fantasias brancas e letras pretas estampadas.

As baianas homenagearam a obra de Jorge Amado caracterizadas como mães de santo, com vestidos brancos com detalhes espelhados e prateados. Um tripé com uma figa acompanhou as baianas, representando os diversos símbolos religiosos da Bahia.

A ala "Navio Negueiro" trouxe passistas com o corpo pintado de negro, vestindo apenas uma sunga, com correntes no pescoço. Eles retratavam escravos, em referência à obra de Castro Alves, escritor que protestou contra a escravidão.

"O guarani", de José de Alencar, ganhou uma ala com foliões vestindo fantasia com penas coloridas e detalhes barrocos, simbolizando a união do índio com o europeu. Em seguida, o carro "Brasil Mestiço" trazia uma alegoria que retratava o rosto de um índio, nas cores vermelho e laranja, completando a homenagem.

Um carro alegórico foi decorado com personagens e cenários do “Sítio do Pica-Pau Amarelo”, em homenagem ao escritor Monteiro Lobato. Uma Emília de nove metros, esculpida em isopor, estava pendurada em cordas que eram controladas por componentes fantasiados de duendes.

Representando a literatura contemporânea, um carro alegórico trouxe cenários e personagens da saga de Harry Potter. O castelo de Hogwarts e o bruxo Dumbledore estavam retratados na alegoria.
Histórias sem fim

 Sonhei... no infinito das histórias
Iluminando a memória, me encantei
Brilhou... realidade e fantasia
Como nunca imaginei
Na arte do saber um novo amanhecer
Divina criação, primeira impressão
O livro sagrado da vida
Virtude pra eternidade
A leitura estimulando
A mente da humanidade
Eu viajei nessa magia
De alma e coração
Na fonte da sabedoria
Busquei a minha inspiração
Páginas descrevendo pensamentos
Clássicos, ideais e sentimentos
Romances...aventuras
Quanta riqueza na nossa literatura
O faz-de-conta inocente da criança
Ficou guardado na lembrança
Mistérios... suspense... emoção
É o hábito de ler, folheando com prazer
Muito além de uma visão
Mensagens de esperança
Clareando a imaginação
Uma história de amor
Sem ponto final
"Academia do samba" é Salgueiro
No "livro do meu carnaval"


sábado, 13 de fevereiro de 2010

A LÍNGUA DE EULÁLIA É A DE TODOS NÓS

              O lingüista e professor da Universidade de Brasília Marcos Bagno apresenta-se como ativista no campo da emancipação através da linguagem. Escritor e tradutor com ampla e qualitativa produção de obras no campo da sociologia da linguagem e do ensino do português, o autor nos oferece com esta obra novas reflexões sobre os fenômenos da linguagem.
              A escolha pela ficção, por isso a “novela sociolingüística”, torna a apresentação dos conceitos lingüísticos perfeitamente entendíveis. As personagens, o tempo, o espaço, o enredo, enfim, a trama narrativa nos envolve de tal forma que nos enxergamos tanto como falante quanto como profissionais da educação. Ali estão nossos preconceitos, dúvidas, medos, alienações, mas também o entendimento do motivo de tanta transgressão na linguagem. Caso os conceitos apresentados em A língua de Eulália estivem sistematizados em compêndios fixamente editados, será que causariam ao leitor tamanha fluidez e identificação? Talvez, não. Bagno presta um grande serviço quando incorpora o prazer da leitura a necessidade e importância conceitual, principalmente porque a sociolingüística possui um aporte teórico vasto e necessita, portanto de exemplos reais do cotidiano da fala.
             As teses apresentadas pelo autor questionam as teses da Nomenclatura Gramatical difundidas na sociedade de forma mais sistemática na escola. O preconceito lingüístico não deixa de ser um preconceito social e vice-versa. Aparentemente, pode-se entender esta máxima como uma maneira simplista de explicar o problema, porém não se trata mais de “fazer vista grossa” aos danos que causam as teorias difundidas por gramáticos e paragramáticos, inclusive pela mídia, como se fossem verdades reveladas. A experiência de Marcos Bagno no campo da lingüística fornece exemplos reais de desconstrução de tais teorias.
Impressiona-nos a tradição educacional em negar a existência de uma pluralidade de normas lingüísticas em relação ao universo existente , negar que a norma padrão também é um tipo de variedade faz das outras, formas desviantes, logo com menos ou sem prestígio. Conhecendo a história da língua nos aspectos mais ligados a sociedade perceberemos que as mudanças fonéticas, morfológicas e semânticas referem-se a dinâmica própria do indivíduo na sociedade. As questões econômicas, geográficas, etárias, de gênero, etc influenciam os diversos tipos de variação. Como podem normas gerais de uma única variação prescrever fundamentos para uma gama de possibilidades do sujeito-falante?
          Somos enviados à escola para aprender a norma culta, pois conhecemos o idioma do país que nascemos desde muito cedo. A comunicação se realiza para o conjunto da população sem necessariamente grandes problemas.Cumpre dizer que a norma não-padrão é regida também pela lógica interna e social na qual os seres humanos estão inseridos. Estas reflexões levam questionar se o fracasso escolar não é também o fracasso DA ESCOLA? Não seria o espaço escolar o lugar da violência simbólica como assinala os intelectuais Pierre Bourdieu e Jean Claude Passeron? A Língua de Eulália perpassa os conceitos misturando explicações diacrônicas e sincrônicas, introduz, inclusive aspectos psicolingüísticos como os afetos na relação linguagem e pensamento. Sabe-se que esta última questão ainda intriga a todos, leigos e cientistas da linguagem.
          Publicações neste campo forçam a reflexão sobre os caminhos do ensino de língua materna sobretudo quanto ao aspecto da formação de professores. Ressente-se no Brasil de um ensino da norma padrão eficaz e que gravíssimos danos esta falta tem causado em relação a escrita e a leitura dos alunos em todos os níveis de ensino. A obra de Bagno integra estudos transdisciplinares no campo da educação e da cultura. Ensinando a não nos contentar com “perplexidades”, tais como “a ruína”, a “corrupção”, a “decadência” da língua portuguesa (pg. 194) . Devemos além de conhecer, pensar a língua. Estar em contato constante com as reflexões do mundo acadêmico, mas também elaborando práticas de ensino que dialoguem de maneira justa e colaborativa com a emancipação humana.
        A democratização do ensino no Brasil ainda é um mito. A expansão quantitativa não foi seguida de qualidade e autonomia pedagógica. Bagno dialoga muito bem com Bourdieu em vários capítulos do livro, pois este fornece aquele respostas no campo da subjetividade, objetivando o conceito de capital cultural, tão necessário ao conceitos científicos da sociolingüística.O conceito de capital cultural insere-se na constatação de que a herança cultural conjugada ao Ethos é o motivo do “sucesso escolar”das crianças e jovens das altas classes sociais e do “fracasso” das crianças e jovens das classes desfavorecidas.O Capital Cultural, ou seja o”habitus”, engloba três estágios: O capital incorporado( investimento de tempo de vida em profunda imersão em gestos, atitudes que promovem a aquisição de saberes); o Capital objetivado (contato com objetos e instituições culturais) e o capital institucionalizado ( certificações, reconhecimento oficiais).Estas etapas se conjugam e formam os mecanismos simbólicos que acrescentam valores (economia de símbolos) que serão os valores reconhecidos pelo espaço escolar como legítimos, isto é, canonicamente aceitos.As condições objetivas irão determinar as escolhas e até mesmo, as idéias de vocação. Os sujeitos são suscetíveis a engendrar tanto uma auto-estima elevada, promovendo, assim, escolhas audaciosas, quando uma baixa auto-estima, o que poderá estimular escolhas que os mantenham nos limites da sua classe de origem.
         O Capital Cultural é determinado pela herança cultural, esta passa a ser considerada “dom natural”, porque será simbolicamente as atitudes e os conhecimentos de uma determinada classe social que possui uma linguagem de prestígio, saberes mitificados e portanto considerados verdadeiros e belos.Sendo assim, a transmissão doméstica do Capital Cultural é considerada mais eficiente pois age sobre indivíduos de maneira a dar a ver, por exemplo, integrando o cosmo psíquico e afetivo.
Segundo, Bourdieu, ao contrário da escola libertadora que compreende o espaço escolar como meio de superação das desigualdades, a instituições, as instituições escolares não apenas estimulam, mas também legitimam as desigualdades.Isto acontece quando a escola trata como iguais os diferentes.Quando se comporta com se não houvesse diferenças e universaliza os métodos acabando por reforçar os mecanismos de exclusão, uma vez que privilegiou um certo tipo de pedagogia. A língua padrão, os métodos de ensino, a escolha curricular, ao invés de serem, aprendidos/compreendidos como necessários a inclusão, são tomados como elementos estratificadores, dificultosos para aqueles que não os dominam.
          A ritologia escolar, nesta a perspectiva, pode ganhar novas significações se os que integram as instituições reconhecerem a validade da escola como propulsora de irradiação do Capital Cultural para o bem comum.Os ritos podem ser instruídos no sentido da construção de espaços alternativos e ricos de possibilidades de empoderamento das classes menos favorecidas.
Temos, então uma obra clara, dinâmica e aberta acerca dos dilemas da linguagem As resistências as idéias de Marcos Bagno situam-se tanto no espaço acadêmico quanto entre profissionais da educação das redes de ensino, todavia, não se pode deixar de respeitar sua produção que se encontra divulgada em vários espaços intelectuais criando polêmicas e mexendo com a letargia geral. Parafraseando o escritor Checherton: “ A aventura pode ser louca, mas o aventureiro tem que ser lúcido.”

Maria da Conceição do Nascimento Gomes








































segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Universidades oferecem em 2010 cursos de mediação de leitura

Curso de extensão à distância para formação de Professor Mediador de Leitura terá início em 2010


Em 2010, um grupo de nove instituições públicas de ensino superior, selecionadas pelo Ministério da Educação, vai abrir cursos sobre mediação de leitura. Poderão participar da formação professores das redes públicas de educação básica de todas as séries, especialmente de turmas de jovens e adultos.

Os cursos de extensão, a distância, serão ministrados em pólos da Universidade Aberta do Brasil (UAB). A carga horária é de 90 horas, com duração média de três meses. A primeira parte da qualificação prepara os professores para trabalhar com as ferramentas da educação a distância. Depois, com apoio de materiais didáticos, criados pelas instituições exclusivamente para o curso, eles vão estudar temas como linguagem e cultura, leitura de linguagens verbais e não verbais (cinema, teatro, música, dança, fotografia, arquitetura, hipermídia, cibercultura), textos literários e como trabalhar a leitura com distintos públicos – crianças, jovens, adultos, idosos.

As coleções do programa Literatura para Todos, que reúnem obras criadas especialmente para jovens e adultos em processo de alfabetização ou recém-alfabetizados, também serão objeto de estudos. O propósito do Ministério da Educação é que os professores da educação básica conheçam os livros das coleções 2006, 2008 e 2009 e passem a utilizá-los na sala de aula.

Terão prioridade nos cursos de mediadores de leitura os professores de estados e municípios que aderiram ao Compromisso Todos pela Educação e as prefeituras que solicitaram a formação nos planos de ações articuladas (PAR), em 2007 e 2008. A informação é de Elaine Cáceres, da diretoria de políticas de educação de jovens e adultos da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad) do MEC.

Nos dias 14 e 15 deste mês, as instituições terão reunião com a Secad para informar sobre o andamento da criação dos cursos e dos materiais didáticos. Quando essas duas questões estiverem resolvidas, as inscrições serão abertas na Plataforma Freire.

Oferecerão cursos de mediadores de leitura as universidades federais do Ceará (UFCE), de Pernambuco (UFPE), Rural de Pernambuco (UFRPE), do Maranhão (UFMA), de Mato Grosso do Sul (UFMS), de Rio Grande (Furg) e do Rio Grande do Sul (UFRGS); o Instituto de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE), e a Universidade Estadual Paulista (Unifesp). Ao final da formação, os professores receberão certificados expedidos pelas universidades que aderiram ao projeto e que integram a Rede de Formação para a Diversidade.

Novo edital – O Edital nº 28/2009, publicado pela Secad em 23 de novembro, abre prazo para instituições públicas de ensino superior apresentarem propostas de cursos em 16 áreas da diversidade, entre eles, de mediadores de leitura. O edital relaciona os objetivos da chamada pública, os prazos, carga horária dos cursos, entre outras informações.





Ionice Lorenzoni

www.mec.gov.br







sábado, 6 de fevereiro de 2010

Adolescentes estão perdendo interesse nos blogs, indica pesquisa - O Globo Online

Adolescentes estão perdendo interesse nos blogs, indica pesquisa - O Globo Online

Não ajuda muito a chamada da matéria publicada no UOL: "Blog é coisa de velho". Isto, além de preconceituoso,  cria falsas idéias sobre este suporte. Cabe muito bem a conjunção de escrita , imagem e  som para expressar  as diversas intenções de quem bloga. Vale discutir o porquê dessa pressa dos jovens. As novas tecnologias estão proliferando espaços de leitura e escrita autoral. Os blogs, diários virtuais, são suportes ricos, apontam caminhos para a possibilidade de livre participação na redação. Esse hipertexto cooperativo que pode se transformar os blogs comunitários se inserem no trajeto de uma construção social do conhecimento. Seria uma resposta ao vazio de propostas e intenções que existem em algumas redes sociais e outros blogs que nos deparamos a todo momento. É preciso dar sentido social e transformador ao suporte. Não ajuda o adesismo inconsequente, o deslumbre com os aparatos tecnológicos, afirmando freneticamente que estes por si, já fizeram a “revolução” educacional se os processos formativos dos indivíduos estão fragmentados e descompromissados com a crítica. O tempo para a leitura  deve ser respeitado e estimulado na família e na escola, sobretudo porque escrever utilizando a norma culta ainda é um imperativo do nosso tempo.

CRIANÇA :A ALMA DO NEGÓCIO

Um video de Estela Renner

Por que meu filho sempre me pede um brinquedo novo? Por que minha filha quer mais uma boneca se ela já tem uma caixa cheia de bonecas? Por que meu filho acha que precisa de mais um tênis? Por que eu comprei maquiagem para minha filha se ela só tem cinco anos? Por que meu filho sofre tanto se ele não tem o último modelo de um celular? Por que eu não consigo dizer não? Ele pede, eu compro e mesmo assim meu filho sempre quer mais. De onde vem este desejo constante de consumo?


Este documentário reflete sobre estas questões e mostra como no Brasil a criança se tornou a alma do negócio para a publicidade. A indústria descobriu que é mais fácil convencer uma criança do que umn adulto, então, as crianças são bombardeadas por propagandas que estimulam o consumo e que falama diretamente com elas. O resultado disso é devastador: crianças que, aos cinco anos, já vão à escola totalmente maquiadas e deixaram de brincar de correr por causa de seus saltos altos; que sabem as marcas de todos os celulares mas não sabem o que é uma minhoca; que reconhecem as marcas de todos os salgadinhos mas não sabem os nomes de frutas e legumas. Num jogo desigual e desumano, os anunciantes ficam com o lucro enquanto as crianças arcam com o prejuízo de sua infância encurtada. Contundente, ousado e real este documentário escancara a perplexidade deste cenário, convidando você a refletir sobre seu papel dentro dele e sobre o futuro da infância.

Direção Estela Renner
Produção Executiva Marcos Nisti
Maria Farinha Produções
http://www.alana.org.br/CriancaConsumo/Biblioteca.aspx?v=8&pid=40







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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Programação:


Oficina de Contação de Histórias
"O Contador de Histórias"Ministrantes: As Alquimistas da Palavra

Sonia Sampaio e Deka Profas. (Letras) e Contadoras

. Programa:

- O Contador de Histórias: seu papel, sua importância

- Habilidades do Contador de Histórias

- Os Diversos Tipos de Narrativas: fábula, lenda, conto, conto de fadas, crônica

- Atividades Lúdicas de Expressão Corporal e Expressão Vocal

- O Conto Popular e o Conto Autoral

- Para Quem, Onde e Quando Contar Histórias

- Produção Coletiva de Contos

- Bibliografia

- Entrega de certificados



. Biblioteca Popular de Botafogo "Machado de Assis" (RJ)

. Endereço: Rua Farani, 53 - (próx. à Universidade Santa Úrsula)

. Dias: 06 de fevereiro de 2010 (SÁBADO)

. Horário: das 10:00 às 16:00 horas

. Carga horária: 6 horas (um único dia)

. Investimento: R$70,00 (com material didático)

. Inscrição: até o dia 04/02/2010 com

- Sonia Sampaio / e-mail: sonia.sampaio@oi.com.br

Fone: (21) 2551-3572 ou

- Deka Teubl / e-mail: dekateubl@yahoo.com.br

Fone: (21) 3237-7237

As Alquimistas da Palavra

Sonia Sampaio  e Deka Teubl há anos contam histórias. Juntas, elaboraram os Projetos de Oficinas de Contação de Histórias: "O Contador de Histórias", "Os Contos Maravilhosos", "Os Contos e seus Encantos: de Basile a Lobato" e "Saboreando as Palavras".

Estas Oficinas, destinadas ao público adulto, são realizadas na Biblioteca de Botafogo, bem como em escolas, espaços culturais, livrarias, empresas e órgãos do Governo Federal no Rio de Janeiro e em cidades vizinhas.

Sonia e Deka realizam sessões de contação de histórias para crianças, jovens e adultos, sendo amplo o seu repertório de narrativas populares: histórias de bichos, fábulas, lendas, apólogos, mitos, contos e contos de fadas e de narrativas autorais como: contos, crônicas e páginas de romances de renomados escritores brasileiros e estrangeiros.

Gratas

As Alquimistas da Palavra